1º ano - 1º Bimestre
UNIDADE TEMÁTICA
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS103) Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS103A) Identificar o objeto e os objetivos das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas elaborando hipóteses sobre os processos sociais, políticos, econômicos, espaciais, ambientais e culturais para distinguir suas aproximações e diferenças frente a outras ciências.
Compreender o que é Filosofia, seus conceitos, suas origens e suas características.
Analisar a passagem da Mitologia para a Filosofia e o Surgimento da Pólis, conceituando a DOXA EPISTEME: a diferença entre a opinião e o conhecimento e o posicionamento crítico e questionador da filosofia
CONTEÚDO
Identidade Cultural
Memória
Subjetividade
Métodos nas Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.
Imaginação Sociológica
MODERNA PLUS FILOSOFIA
VOLUME ÚNICO
(GO-EMCHS103A) pede reconhecer objeto/objetivos das CHSA e elaborar hipóteses sobre processos sociais, políticos, econômicos, espaciais, ambientais, culturais, distinguindo aproximações/diferenças frente a outras ciências; em Filosofia isso aparece quando o estudante compara explicações míticas e racionais (cosmogonia/cosmologia), discute critérios de verdade (doxa/alétheia; doxa/episteme) e identifica modos de investigação (problema, conceito, argumento, método).
UNIDADE 1: “O estudo da natureza na Antiguidade e na Idade Média”: nascimento da filosofia na Grécia, pré-socráticos (physis/arché), ruptura com o mito (cosmogonia × cosmologia), doxografia e debate Heráclito/Parmênides; aparece explicitamente a distinção entre doxa (opinião) e verdade/caminho do inteligível em Parmênides.
(GO-EMCHS103A) Identificar objeto/objetivos das CHSA: comparar explicação mítica vs. racional, construir hipóteses/argumentos sobre “por que a filosofia nasce de um problema/indagação” e como isso difere de explicações sobrenaturais; também ajuda a distinguir aproximações entre Filosofia e ciência (busca de coerência, rigor conceitual, argumentação).
“Compreender o que é Filosofia, seus conceitos, suas origens e suas características”: o texto explicita a filosofia como ruptura com o mito, como problematização e convite à discussão, com busca de coerência interna e definição rigorosa de conceitos.
“Analisar a passagem da Mitologia para a Filosofia e o surgimento da Pólis; conceituar doxa/episteme”: o PDF trabalha a ruptura mito–filosofia (cosmogonia/cosmologia) e fornece base para doxa/verdade (Parmênides), além de mencionar a pólis como contexto de transformação do pensamento grego (no mínimo como pano de fundo quando trata da origem do filosofar grego e das formas de escrita e explicação).
UNIDADE 2: “Trabalho e lazer” e “Ciências” dentro da unidade Trabalho, ciência e tecnologia; discute técnica (utensílio–máquina–automação) e concepções modernas de ciência como controle/domínio da natureza (Bacon/Descartes).
(GO-EMCHS103A) Ajuda a distinguir aproximações/diferenças entre Filosofia e ciência ao discutir concepções de ciência, técnica e racionalidade instrumental (ex.: ideal prometeico; “senhores e possuidores da natureza”).
“Compreender o que é Filosofia…” pode ser retomado por contraste: filosofia como reflexão crítica sobre trabalho, técnica e sentidos do progresso (o que amplia o “objeto” para além da origem grega), mas aqui não é o foco da unidade.
As competências “mitologia → filosofia/pólis” e “pré-socráticos/arché” não são o centro deste PDF, embora ele dialogue com racionalidade moderna e com a crítica ao mito do progresso.
UNIDADE 3: “Cultura, linguagem e arte”: conceito antropológico de cultura; linguagem como sistema de signos (ícone/índice/símbolo); relação natureza × cultura; discussão de tradição e ruptura.
(GO-EMCHS103A) Contribui para “objeto e objetivos” das CHSA ao discutir cultura como dimensão estruturante das relações humanas e a linguagem simbólica como condição de produção de sentidos (base para distinguir campos e métodos nas CHSA).
UNIDADE 4: “Teorias políticas (Antiguidade)”: política/poder; cidadania; pólis, ágora, isonomia/isegoria; Sócrates (método, ironia/maiêutica) e vínculo explícito entre doxa e episteme no contexto socrático; além de Platão (caverna: opinião → ciência) e discussões sobre democracia.
(GO-EMCHS103A) Forte para elaborar hipóteses e distinguir processos políticos e culturais (pólis, cidadania, formas de governo), articulando Filosofia com análise social e política.
“Analisar… surgimento da Pólis; doxa/episteme”: embora o enfoque seja filosofia política, o PDF explica a pólis/ágora e traz explicitamente a passagem do saber opinativo (doxa) para o conhecimento mais rigoroso (associável a episteme) na explicação do método socrático e nas leituras platônicas.
UNIDADE 5: “Teorias sobre o sujeito” no contexto de globalização: crise da razão/subjetividade; Marx, Nietzsche, Freud etc.
(GO-EMCHS103A) Ajuda a compreender o “objeto” das CHSA em debates contemporâneos (razão, ideologia, subjetividade, interpretação), e a elaborar hipóteses sobre processos econômicos/culturais (ex.: infraestrutura/superestrutura em Marx).
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS101) Identificar, analisar e comparar diferentes fontes e narrativas expressas em diversas linguagens, com vistas à compreensão de ideias filosóficas e de processos e eventos históricos, geográficos, políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais.
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS101A) Identificar diferentes fontes e narrativas expressas nas civilizações do Mundo Antigo Ocidental, Oriental, América Pré-colombiana e África, observando a tradição oral, as imagens, textos filosóficos e/ou sociológicos para compreender os processos históricos e a dinâmica territorial da origem da humanidade e a relação ser humano - espaço - natureza.
Reconhecer os primeiros filósofos (pré-socráticos: Tales de Mileto, Anaximandro, Heráclito e Parmênides) evidenciando suas explicações racionais e naturais sobre a origem do universo e seu princípio fundamental (arché).
CONTEÚDO
Origem da humanidade.
História e dinâmica territorial e populacional dos povos originários americanos, africanos, europeus e orientais.
Conhecimento Filosófico
Conhecimento Científico x Senso Comum
Ciência no combate às falsas informações
MODERNA PLUS FILOSOFIA VOLUME ÚNICO
(GO-EMCHS101A) pede identificar fontes e narrativas do Mundo Antigo (tradição oral, imagens, textos filosóficos/sociológicos) para compreender processos históricos e dinâmicas territoriais; em Filosofia isso se concretiza no uso de doxografia/fragmentos pré-socráticos, no estudo das condições históricas da pólis e na análise de como narrativas (mitos, poemas, discursos, textos) produzem visões de mundo.
UNIDADE 1: “O estudo da natureza na Antiguidade e na Idade Média”: nascimento da filosofia na Grécia, pré-socráticos (physis/arché), ruptura com o mito (cosmogonia × cosmologia), doxografia e debate Heráclito/Parmênides; aparece explicitamente a distinção entre doxa (opinião) e verdade/caminho do inteligível em Parmênides.
(GO-EMCHS101A) Fontes e narrativas do Mundo Antigo: o próprio tema da doxografia (fragmentos e comentários de autores posteriores), além das referências a Homero/Hesíodo (poemas cosmogônicos) como fontes míticas, permite trabalhar tipos de fontes (poema, fragmento filosófico, comentário, mapa/registro) e a leitura crítica dessas narrativas.
“Reconhecer os primeiros filósofos (pré-socráticos: Tales, Anaximandro, Heráclito, Parmênides) e arché”: o material apresenta Tales (água), Anaximandro (ápeiron), e destaca Heráclito (devir/fogo) e Parmênides (ser imutável; crítica à doxa), exatamente no recorte pedido.
UNIDADE 3: “Cultura, linguagem e arte”: conceito antropológico de cultura; linguagem como sistema de signos (ícone/índice/símbolo); relação natureza × cultura; discussão de tradição e ruptura.
(GO-EMCHS101A) Pode apoiar “fontes e narrativas” ao oferecer ferramentas para ler criticamente signos/imagens e entender linguagem como mediação cultural (isso ajuda a observar “imagens, textos” como narrativas).
As capacidades específicas “mitologia → filosofia/pólis; doxa/episteme” e “pré-socráticos/arché” não aparecem como eixo aqui.
UNIDADE 4: “Teorias políticas (Antiguidade)”: política/poder; cidadania; pólis, ágora, isonomia/isegoria; Sócrates (método, ironia/maiêutica) e vínculo explícito entre doxa e episteme no contexto socrático; além de Platão (caverna: opinião → ciência) e discussões sobre democracia.
(GO-EMCHS101A) Também contribui ao trabalhar narrativas/textos clássicos (Platão; Aristóteles) e o contexto histórico-político de Atenas, permitindo ler fontes do mundo antigo e compreender a dinâmica territorial da pólis (cidade-Estado).
A capacidade “reconhecer os pré-socráticos (Tales, Anaximandro, Heráclito, Parmênides) e arché” não é foco principal aqui (aparece muito mais na Unidade 1).
UNIDADE 5: “Teorias sobre o sujeito” no contexto de globalização: crise da razão/subjetividade; Marx, Nietzsche, Freud etc.
(GO-EMCHS101A) Não é o recorte do “Mundo Antigo”; contribui mais para leituras de modernidade/contemporaneidade.
Não atende diretamente “origens da filosofia”, “mitologia → filosofia/pólis” (no sentido de surgimento) nem “pré-socráticos/arché”.
1º ano - 2º Bimestre
UNIDADE TEMÁTICA
HABILIDADE
(EM13CHS501) Analisar os fundamentos da ética em diferentes culturas, tempos e espaços, identificando processos que contribuem para a formação de sujeitos éticos que valorizem a liberdade, a cooperação, a autonomia, o empreendedorismo, a convivência democrática e a solidariedade.
OBJETO DE CONHECIMENTO
(GO-EMCHS501A) Identificar a etimologia dos termos moral e ética na história da filosofia, selecionando casos concretos que possam confirmar a necessidade de superação do mero senso moral para a reflexão ética propriamente dita.
(GO-EMCHS303A) Aprender o que é indústria cultural e culturas de massa, lendo textos geográficos e sociológicos para analisar como interferem no estilo de vida e no consumismo na nova ordem econômica global (capitalismo/neoliberalismo).
Compreender a diferença entre Ética e Moral, analisando os conceitos de ética na filosofia clássica (Sócrates, Platão e Aristóteles).
Comparar os valores éticos da Grécia Clássica (focados na valorização da eudaimonia e do bem comum) com o estilo de vida contemporâneo pautado pela indústria cultural, pelo consumismo e pela cultura de massas.
CONTEÚDO
Ética e Moral
Instituições Sociais
Cidadania e Direitos Humanos
Redemocratização do Brasil
Ética e Política
Constituição Cidadã de 1988
MODERNA PLUS FILOSOFIA
O material mais forte está concentrado em dois blocos: ética/moral e filosofia clássica grega, sobretudo nas páginas 189–207, e crítica ao capitalismo, alienação, consumismo e cultura de massa, com apoio nas páginas 80–89, 147 e 290–291.
Páginas centrais
Para o eixo “Ética e Moral” com Sócrates, Platão e Aristóteles, o recorte mais produtivo está nas páginas 189–207 e 208, com destaque especial para 202, 207 e 208, porque ali aparecem cidadania, justiça, amizade, virtude, prudência, bem comum e a discussão explícita sobre moral. Para o eixo “indústria cultural, cultura de massa, consumismo e neoliberalismo”, as páginas mais úteis são 80–89 e 290–291, com complemento na página 147, onde o sumário indica diretamente a seção “Reprodutibilidade técnica e indústria cultural”.
Ética e moral
A melhor página para trabalhar a diferença entre moral e ética, inclusive superando o mero senso moral, é a página 207, porque o texto afirma que “a moral não é uma ciência exata” e apresenta a teoria aristotélica da mediania ou justo meio, deslocando a discussão do costume imediato para a reflexão racional sobre a virtude. Também são muito úteis as páginas 81 e 245, nas quais o livro mostra que a moral muda historicamente conforme as relações sociais e econômicas, o que ajuda os estudantes a perceberem que moral não é sinônimo de verdade fixa e que a ética exige análise crítica dos contextos.
Trechos indicados
p. 207: “A moral não é uma ciência exata...” e a explicação da “mediania ou justo meio”.
p. 81: exemplo de transformação histórica da moral medieval para a moderna, articulada ao modo de produção.
p. 245: retomada da ideia de que mudanças econômicas alteram moral, direito e religião.
Como trabalhar
Use a p. 207 para construir com a turma a distinção: moral como conjunto de valores e normas vividas socialmente; ética como reflexão filosófica sobre esses valores. As pp. 81 e 245 funcionam muito bem para estudos de caso, mostrando que o senso moral cotidiano precisa ser problematizado historicamente.
Etimologia e história da filosofia
O anexo recupera explicitamente a tradição grega em que ética, política e formação do sujeito estão ligadas à vida na pólis e ao bem comum, especialmente nas páginas 189–207. Embora o trecho lido não apresente, no excerto recuperado, uma definição etimológica direta de “ética” e “moral”, ele oferece base filosófica consistente para chegar a isso em aula por meio da discussão da virtude, da justiça e do costume na tradição clássica.
Páginas mais úteis
p. 189 em diante: início do tratamento da filosofia política antiga e do cidadão da pólis.
p. 202: vínculo entre justiça, amizade, educação e vida comunitária em Aristóteles.
p. 207: moral, virtude e justo meio.
Sócrates, Platão e Aristóteles
Para a filosofia clássica, o melhor conjunto está entre as páginas 200 e 208. A página 208 ainda menciona, nas atividades, “os dois momentos do método socrático”, o que é útil para inserir Sócrates mesmo quando o trecho principal disponível no excerto está mais concentrado em Platão e Aristóteles.
Sócrates
p. 208: atividade pergunta “Quais são os dois momentos do método socrático?”, ótima para retomar ironia e maiêutica e relacioná-las à passagem do senso comum para a reflexão conceitual.
Platão
p. 200: “Sofocracia e o rei-filósofo”, com defesa do governo dos sábios e orientação ao Bem.
p. 201: formas de governo, crítica à democracia degenerada e defesa do governante virtuoso.
Essas páginas permitem trabalhar ética platônica vinculada à justiça, à formação do governante e ao bem da cidade, articulando sujeito ético e convivência política.
Aristóteles
p. 202: justiça, amizade, philia, educação e vida em comunidade.
p. 203: cidadania e exclusões na pólis, ótimo para problematizar limites históricos da ética grega.
p. 206: formas de governo e interesse comum.
p. 207: justo meio, virtude, prudência e bom governo.
Essas páginas são centrais para a habilidade EM13CHS501, porque mostram processos de formação ética ligados à educação, amizade, justiça, prudência, lei e bem comum.
Eudaimonia e bem comum
A comparação entre valores éticos da Grécia Clássica e a contemporaneidade pode ser construída principalmente com Aristóteles e Platão nas páginas 200–207. Nelas, o livro relaciona virtude, prudência, justiça, amizade, igualdade e interesse comum ao bom governo e à vida feliz na cidade. Mesmo quando o termo “eudaimonia” não aparece de forma destacada no excerto lido, o conteúdo da vida feliz, da virtude e do bem comum está claramente presente.
Trechos fortes
p. 202: amizade e justiça como base da unidade da cidade.
p. 206: formas corretas de governo são as que visam ao interesse comum.
p. 207: “a vida feliz” e a moralidade articuladas ao meio-termo e à cidade.
Indústria cultural e cultura de massa
O sumário mostra, no capítulo 5, a seção “Reprodutibilidade técnica e indústria cultural” na página 147, que é a referência mais direta do livro para o objeto GO-EMCHS303A. Como complemento, a página 290–291, no texto “Consumo individualizado e comércio eletrônico”, analisa o neoconsumidor, o hiperindividualismo, o consumo volátil e a lógica mercantil digital, oferecendo excelente ponte para cultura de massa e consumismo no capitalismo contemporâneo.
Páginas recomendadas
p. 147: “Reprodutibilidade técnica e indústria cultural”, referência direta no sumário.
p. 290–291: consumo individualizado, e-commerce, volatilidade do consumo e prazer efêmero.
Trechos úteis
Na p. 290–291, o texto afirma que o consumidor atual aparece como “colecionador de experiências”, menos preso à ostentação tradicional e mais movido por renovação constante, leveza e consumo emocional, reforçado pelas ferramentas digitais. Isso é excelente para discutir como cultura de massa e mercado moldam estilos de vida, desejos e identidades.
Consumismo, neoliberalismo e crítica social
Para relacionar indústria cultural com neoliberalismo e consumismo, o livro oferece um bloco muito forte nas páginas 80–89, ainda que ali o foco seja trabalho, capitalismo, alienação e sociedade do desempenho. Essas páginas ajudam a mostrar como a lógica econômica contemporânea produz sujeitos exaustos, competitivos e orientados pelo desempenho e pela mercadoria.
Páginas-chave
p. 80: crítica ao trabalho como mercadoria, alienação, fetichismo da mercadoria e reificação.
p. 81–82: ideologia, dominação e transformação histórica da moral.
p. 85: precarização do trabalho por aplicativos e falsa autonomia.
p. 86: sociedade do cansaço e paradigma do desempenho.
p. 88–89: sociedade 24/7, redução do sono e desumanização produtiva.
HABILIDADE
(EM13CHS501) Analisar os fundamentos da ética em diferentes culturas, tempos e espaços, identificando processos que contribuem para a formação de sujeitos éticos que valorizem a liberdade, a cooperação, a autonomia, o empreendedorismo, a convivência democrática e a solidariedade.
OBJETO DE CONHECIMENTO
(GO-EMCHS501A) Identificar a etimologia dos termos moral e ética na história da filosofia, selecionando casos concretos que possam confirmar a necessidade de superação do mero senso moral para a reflexão ética propriamente dita.
(GO-EMCHS303A) Aprender o que é indústria cultural e culturas de massa, lendo textos geográficos e sociológicos para analisar como interferem no estilo de vida e no consumismo na nova ordem econômica global (capitalismo/neoliberalismo).
Compreender a diferença entre Ética e Moral, analisando os conceitos de ética na filosofia clássica (Sócrates, Platão e Aristóteles).
Comparar os valores éticos da Grécia Clássica (focados na valorização da eudaimonia e do bem comum) com o estilo de vida contemporâneo pautado pela indústria cultural, pelo consumismo e pela cultura de massas.
CONTEÚDO
Ética e Moral
Instituições Sociais
Cidadania e Direitos Humanos
Redemocratização do Brasil
Ética e Política
Constituição Cidadã de 1988
MODERNA PLUS FILOSOFIA
O material mais forte está concentrado em dois blocos: ética/moral e filosofia clássica grega, sobretudo nas páginas 189–207, e crítica ao capitalismo, alienação, consumismo e cultura de massa, com apoio nas páginas 80–89, 147 e 290–291.
Páginas centrais
Para o eixo “Ética e Moral” com Sócrates, Platão e Aristóteles, o recorte mais produtivo está nas páginas 189–207 e 208, com destaque especial para 202, 207 e 208, porque ali aparecem cidadania, justiça, amizade, virtude, prudência, bem comum e a discussão explícita sobre moral. Para o eixo “indústria cultural, cultura de massa, consumismo e neoliberalismo”, as páginas mais úteis são 80–89 e 290–291, com complemento na página 147, onde o sumário indica diretamente a seção “Reprodutibilidade técnica e indústria cultural”.
Ética e moral
A melhor página para trabalhar a diferença entre moral e ética, inclusive superando o mero senso moral, é a página 207, porque o texto afirma que “a moral não é uma ciência exata” e apresenta a teoria aristotélica da mediania ou justo meio, deslocando a discussão do costume imediato para a reflexão racional sobre a virtude. Também são muito úteis as páginas 81 e 245, nas quais o livro mostra que a moral muda historicamente conforme as relações sociais e econômicas, o que ajuda os estudantes a perceberem que moral não é sinônimo de verdade fixa e que a ética exige análise crítica dos contextos.
Trechos indicados
p. 207: “A moral não é uma ciência exata...” e a explicação da “mediania ou justo meio”.
p. 81: exemplo de transformação histórica da moral medieval para a moderna, articulada ao modo de produção.
p. 245: retomada da ideia de que mudanças econômicas alteram moral, direito e religião.
Como trabalhar
Use a p. 207 para construir com a turma a distinção: moral como conjunto de valores e normas vividas socialmente; ética como reflexão filosófica sobre esses valores. As pp. 81 e 245 funcionam muito bem para estudos de caso, mostrando que o senso moral cotidiano precisa ser problematizado historicamente.
Etimologia e história da filosofia
O anexo recupera explicitamente a tradição grega em que ética, política e formação do sujeito estão ligadas à vida na pólis e ao bem comum, especialmente nas páginas 189–207. Embora o trecho lido não apresente, no excerto recuperado, uma definição etimológica direta de “ética” e “moral”, ele oferece base filosófica consistente para chegar a isso em aula por meio da discussão da virtude, da justiça e do costume na tradição clássica.
Páginas mais úteis
p. 189 em diante: início do tratamento da filosofia política antiga e do cidadão da pólis.
p. 202: vínculo entre justiça, amizade, educação e vida comunitária em Aristóteles.
p. 207: moral, virtude e justo meio.
Sócrates, Platão e Aristóteles
Para a filosofia clássica, o melhor conjunto está entre as páginas 200 e 208. A página 208 ainda menciona, nas atividades, “os dois momentos do método socrático”, o que é útil para inserir Sócrates mesmo quando o trecho principal disponível no excerto está mais concentrado em Platão e Aristóteles.
Sócrates
p. 208: atividade pergunta “Quais são os dois momentos do método socrático?”, ótima para retomar ironia e maiêutica e relacioná-las à passagem do senso comum para a reflexão conceitual.
Platão
p. 200: “Sofocracia e o rei-filósofo”, com defesa do governo dos sábios e orientação ao Bem.
p. 201: formas de governo, crítica à democracia degenerada e defesa do governante virtuoso.
Essas páginas permitem trabalhar ética platônica vinculada à justiça, à formação do governante e ao bem da cidade, articulando sujeito ético e convivência política.
Aristóteles
p. 202: justiça, amizade, philia, educação e vida em comunidade.
p. 203: cidadania e exclusões na pólis, ótimo para problematizar limites históricos da ética grega.
p. 206: formas de governo e interesse comum.
p. 207: justo meio, virtude, prudência e bom governo.
Essas páginas são centrais para a habilidade EM13CHS501, porque mostram processos de formação ética ligados à educação, amizade, justiça, prudência, lei e bem comum.
Eudaimonia e bem comum
A comparação entre valores éticos da Grécia Clássica e a contemporaneidade pode ser construída principalmente com Aristóteles e Platão nas páginas 200–207. Nelas, o livro relaciona virtude, prudência, justiça, amizade, igualdade e interesse comum ao bom governo e à vida feliz na cidade. Mesmo quando o termo “eudaimonia” não aparece de forma destacada no excerto lido, o conteúdo da vida feliz, da virtude e do bem comum está claramente presente.
Trechos fortes
p. 202: amizade e justiça como base da unidade da cidade.
p. 206: formas corretas de governo são as que visam ao interesse comum.
p. 207: “a vida feliz” e a moralidade articuladas ao meio-termo e à cidade.
Indústria cultural e cultura de massa
O sumário mostra, no capítulo 5, a seção “Reprodutibilidade técnica e indústria cultural” na página 147, que é a referência mais direta do livro para o objeto GO-EMCHS303A. Como complemento, a página 290–291, no texto “Consumo individualizado e comércio eletrônico”, analisa o neoconsumidor, o hiperindividualismo, o consumo volátil e a lógica mercantil digital, oferecendo excelente ponte para cultura de massa e consumismo no capitalismo contemporâneo.
Páginas recomendadas
p. 147: “Reprodutibilidade técnica e indústria cultural”, referência direta no sumário.
p. 290–291: consumo individualizado, e-commerce, volatilidade do consumo e prazer efêmero.
Trechos úteis
Na p. 290–291, o texto afirma que o consumidor atual aparece como “colecionador de experiências”, menos preso à ostentação tradicional e mais movido por renovação constante, leveza e consumo emocional, reforçado pelas ferramentas digitais. Isso é excelente para discutir como cultura de massa e mercado moldam estilos de vida, desejos e identidades.
Consumismo, neoliberalismo e crítica social
Para relacionar indústria cultural com neoliberalismo e consumismo, o livro oferece um bloco muito forte nas páginas 80–89, ainda que ali o foco seja trabalho, capitalismo, alienação e sociedade do desempenho. Essas páginas ajudam a mostrar como a lógica econômica contemporânea produz sujeitos exaustos, competitivos e orientados pelo desempenho e pela mercadoria.
Páginas-chave
p. 80: crítica ao trabalho como mercadoria, alienação, fetichismo da mercadoria e reificação.
p. 81–82: ideologia, dominação e transformação histórica da moral.
p. 85: precarização do trabalho por aplicativos e falsa autonomia.
p. 86: sociedade do cansaço e paradigma do desempenho.
p. 88–89: sociedade 24/7, redução do sono e desumanização produtiva.
1º ano - 3º Bimestre
UNIDADE TEMÁTICA
HABILIDADE
OBJETO DE CONHECIMENTO
CONTEÚDO
1º ano - 4º Bimestre
UNIDADE TEMÁTICA
HABILIDADE
OBJETO DE CONHECIMENTO
CONTEÚDO