TEMA: Pré-socráticos
I
Nossa aula foi:
1ºA,quinta-feira,
26 de fevereiro de 2026 .
1ºB,quinta-feira,
26 de fevereiro de 2026 .
1ºC,quinta-feira,
26 de fevereiro de 2026 .EIXO TEMÁTICO
HABILIDADE NA BNCC
(EM13CHS103) Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO DC-GOEM
(GO-EMCHS103A) Identificar o objeto e os objetivos das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas elaborando hipóteses sobre os processos sociais, políticos, econômicos, espaciais, ambientais e culturais para distinguir suas aproximações e diferenças frente a outras ciências.
Compreender o que é Filosofia, seus conceitos, suas origens e suas características.
Analisar a passagem da Mitologia para a Filosofia e o Surgimento da Pólis, conceituando a DOXA EPISTEME: a diferença entre a opinião e o conhecimento e o posicionamento crítico e questionador da filosofia
CONTEÚDO
Subjetividade
METODOLOGIA:
Os objetivos da aula são:
Compreender o sentido histórico do termo “pré-socráticos” e a periodização da filosofia grega antiga.
Identificar, no texto, a passagem de explicações cosmogônicas (mito) para explicações cosmológicas fundamentadas no lógos (razão/argumentação).
Explicar, com exemplos do texto, o foco naturalista (physis) e o papel da doxografia (fragmentos e comentários) no estudo dos primeiros filósofos.
Diferenciar, conceitualmente, monismo e pluralismo como formas de explicar o “princípio de todas as coisas”.
Para tanto, nos serviremos da seguinte estrutura de
aula:
Apresentar os objetivos da aula e explicitar o foco da leitura: localizar conceitos-chave e relações (mito → lógos; cosmogonia → cosmologia; physis; doxografia; monismo/pluralismo).
Organizar a turma em “grupos-base” (4–5 estudantes)
e distribuir as partes do texto para estudo cooperativo (parágrafo 1, 2 e 3; se
houver 4 grupos, subdividir o parágrafo 3 em “mito/cosmogonia” e
“lógos/cosmologia + monismo/pluralismo”).
Orientar a leitura ativa, solicitando marcar no
texto: termos desconhecidos, definições, e uma frase-síntese do trecho do
grupo.
Frases-síntese (parágrafo 1)
A filosofia grega antiga durou um longo período, do século VI a.C. ao século II d.C.
Os primeiros filósofos recebem o nome de
pré-socráticos por uma classificação posterior que destacou Sócrates como marco
do pensamento clássico.
Sócrates antecedeu e influenciou Platão e
Aristóteles, centrais no período clássico.
Frases-síntese (parágrafo 2)
A maior parte das obras dos primeiros filósofos se perdeu, restando fragmentos e comentários posteriores, isto é, a doxografia.
O foco das reflexões pré-socráticas era a natureza
(physis), por isso também são chamados de naturalistas ou filósofos da
natureza.
Em geral, esses filósofos passaram a escrever em
prosa, rompendo com a forma poética típica dos relatos míticos.
Frases-síntese (parágrafo 3)
A principal novidade dos primeiros filósofos foi substituir explicações míticas por buscas racionais sobre a origem e a ordem do mundo.
Antes, a origem do universo era explicada por
cosmogonias ligadas a Homero e Hesíodo; depois, predominou a investigação
racional.
Em vez de recorrer à interferência divina, os
pré-socráticos buscaram respostas por meio do lógos (razão), com explicações
argumentativas.
As questões passaram a ser cosmológicas, isto é,
explicar o cosmos pela razão (lógos) e não por narrativas míticas.
Os pré-socráticos procuraram o “princípio” de todas
as coisas (arché), mas divergiram entre si sobre qual seria esse princípio.
Os primeiros filósofos atuaram inicialmente na
Jônia e, depois, também na Magna Grécia.
É comum classificá-los em monistas ou pluralistas,
conforme defendam um único elemento constitutivo ou vários elementos para
explicar a realidade.
Propor um “minuto filosófico” final e solicitar
responder individualmente: “Qual é a novidade dos primeiros filósofos segundo o
texto?” (2–3 linhas).
MATERIAL:
Moderna Plus Filosofia, capítulo 1, página 15.
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA🎒
Aplicar avaliação formativa durante a aula e observar: participação no grupo, clareza ao explicar a parte estudada, uso correto de ao menos 3 conceitos do texto.
Solicitar uma produção individual curta (para nota ou conceito):
Item A: Definir physis e doxografia com base no texto (4–6 linhas).
Item B: Explicar a diferença entre cosmogonia e cosmologia (3–5 linhas).
Item C: Classificar (com justificativa) uma afirmação como “mítica/cosmogônica” ou “racional/cosmológica” (2–4 linhas).
🔖ATIVIDADE AVALIATIVA FLEXIBILIZADA🎒
Reduzir a carga de escrita e manter o mesmo objeto de conhecimento (conceitos do texto), priorizando respostas guiadas.
Oferecer uma ficha estruturada (1 página) e solicitar completar:
( ) physis significa: natureza / cidade / destino.
Ligar com setas: doxografia → (fragmentos e comentários); cosmogonia → (mitos de origem); cosmologia → (explicação racional).
Escolher 2 palavras do texto e reescrever com sinônimo/explicação simples (ex.: “natureza”, “razão”).
Produzir 1 frase-síntese com banco de palavras (pré-socráticos; natureza; razão; mito; explicação).
Permitir leitura em dupla (par mais competente), autorizar mais tempo e aceitar respostas orais gravadas (áudio curto) como alternativa à resposta escrita extensa, preservando a verificação de compreensão conceitual.
MATERIAL:
Pré-socráticos I
1. A filosofia grega antiga corresponde a um longo período, que começou por volta do século VI a.C. e se estendeu até o século II d.C. Os primeiros filósofos foram chamados de pré-socráticos por conta de uma classificação posterior da filosofia antiga, que destacou a figura de Sócrates, representante do pensamento clássico, o qual antecedeu e influenciou dois grandes filósofos: Platão e Aristóteles.,
2. Perdeu-se grande parte das obras dos primeiros filósofos, restando apenas fragmentos e comentários feitos por pensadores posteriores, ou seja, pela doxografia. O foco de suas reflexões era a natureza, por isso são conhecidos como naturalistas, ou filósofos da physis (termo grego para "mundo físico", "natureza"). Sabemos também que geralmente escreviam em prosa, abandonando a forma poética característica das epopeias, dos relatos míticos.
3. Quais foram as novidades apresentadas pelos primeiros filósofos? Até então, as explicações sobre a origem e a ordem do mundo tinham como base narrativas transmitidas pelos poemas atribuídos a Homero e a Hesíodo, que constituíam cosmogonias (mitos criados para explicar a origem do universo). Nesse novo momento, em vez de explicar a ordem cósmica pela interferência divina, os primeiros filósofos buscavam respostas por meio da razão. Portanto, as respostas as questões tornaram-se cosmológicas — palavra que deriva do termo grego logos, "razão", denotando o predomínio da explicação argumentativa. Dissemos que os pré-socráticos buscavam o princípio de todas as coisas, mas que, por pensarem de modo autônomo, divergiam entre si a respeito do que seria tal princípio. Os mais antigos filósofos viveram na Jônia e, posteriormente, na Magna Grécia. Costuma-se classificá-los como monistas ou pluralistas, conforme o número de elementos constitutivos das coisas definido por eles.
Nossa aula foi:
1ºA,
1ºB,
1ºC,
(EM13CHS103) Elaborar hipóteses, selecionar evidências e compor argumentos relativos a processos políticos, econômicos, sociais, ambientais, culturais e epistemológicos, com base na sistematização de dados e informações de diversas naturezas (expressões artísticas, textos filosóficos e sociológicos, documentos históricos e geográficos, gráficos, mapas, tabelas, tradições orais, entre outros).
(GO-EMCHS103A) Identificar o objeto e os objetivos das Ciências Humanas e Sociais Aplicadas elaborando hipóteses sobre os processos sociais, políticos, econômicos, espaciais, ambientais e culturais para distinguir suas aproximações e diferenças frente a outras ciências.
Compreender o que é Filosofia, seus conceitos, suas origens e suas características.
Analisar a passagem da Mitologia para a Filosofia e o Surgimento da Pólis, conceituando a DOXA EPISTEME: a diferença entre a opinião e o conhecimento e o posicionamento crítico e questionador da filosofia
Subjetividade
Os objetivos da aula são:
Compreender o sentido histórico do termo “pré-socráticos” e a periodização da filosofia grega antiga.
Identificar, no texto, a passagem de explicações cosmogônicas (mito) para explicações cosmológicas fundamentadas no lógos (razão/argumentação).
Explicar, com exemplos do texto, o foco naturalista (physis) e o papel da doxografia (fragmentos e comentários) no estudo dos primeiros filósofos.
Diferenciar, conceitualmente, monismo e pluralismo como formas de explicar o “princípio de todas as coisas”.
Apresentar os objetivos da aula e explicitar o foco da leitura: localizar conceitos-chave e relações (mito → lógos; cosmogonia → cosmologia; physis; doxografia; monismo/pluralismo).
Frases-síntese (parágrafo 1)
A filosofia grega antiga durou um longo período, do século VI a.C. ao século II d.C.
A maior parte das obras dos primeiros filósofos se perdeu, restando fragmentos e comentários posteriores, isto é, a doxografia.
A principal novidade dos primeiros filósofos foi substituir explicações míticas por buscas racionais sobre a origem e a ordem do mundo.
Moderna Plus Filosofia, capítulo 1, página 15.
Aplicar avaliação formativa durante a aula e observar: participação no grupo, clareza ao explicar a parte estudada, uso correto de ao menos 3 conceitos do texto.
Solicitar uma produção individual curta (para nota ou conceito):
Item A: Definir physis e doxografia com base no texto (4–6 linhas).
Item B: Explicar a diferença entre cosmogonia e cosmologia (3–5 linhas).
Item C: Classificar (com justificativa) uma afirmação como “mítica/cosmogônica” ou “racional/cosmológica” (2–4 linhas).
Reduzir a carga de escrita e manter o mesmo objeto de conhecimento (conceitos do texto), priorizando respostas guiadas.
( ) physis significa: natureza / cidade / destino.
Ligar com setas: doxografia → (fragmentos e comentários); cosmogonia → (mitos de origem); cosmologia → (explicação racional).
Escolher 2 palavras do texto e reescrever com sinônimo/explicação simples (ex.: “natureza”, “razão”).
Produzir 1 frase-síntese com banco de palavras (pré-socráticos; natureza; razão; mito; explicação).
Permitir leitura em dupla (par mais competente), autorizar mais tempo e aceitar respostas orais gravadas (áudio curto) como alternativa à resposta escrita extensa, preservando a verificação de compreensão conceitual.
Pré-socráticos I
1. A filosofia grega antiga corresponde a um longo período, que começou por volta do século VI a.C. e se estendeu até o século II d.C. Os primeiros filósofos foram chamados de pré-socráticos por conta de uma classificação posterior da filosofia antiga, que destacou a figura de Sócrates, representante do pensamento clássico, o qual antecedeu e influenciou dois grandes filósofos: Platão e Aristóteles.,
2. Perdeu-se grande parte das obras dos primeiros filósofos, restando apenas fragmentos e comentários feitos por pensadores posteriores, ou seja, pela doxografia. O foco de suas reflexões era a natureza, por isso são conhecidos como naturalistas, ou filósofos da physis (termo grego para "mundo físico", "natureza"). Sabemos também que geralmente escreviam em prosa, abandonando a forma poética característica das epopeias, dos relatos míticos.
3. Quais foram as novidades apresentadas pelos primeiros filósofos? Até então, as explicações sobre a origem e a ordem do mundo tinham como base narrativas transmitidas pelos poemas atribuídos a Homero e a Hesíodo, que constituíam cosmogonias (mitos criados para explicar a origem do universo). Nesse novo momento, em vez de explicar a ordem cósmica pela interferência divina, os primeiros filósofos buscavam respostas por meio da razão. Portanto, as respostas as questões tornaram-se cosmológicas — palavra que deriva do termo grego logos, "razão", denotando o predomínio da explicação argumentativa. Dissemos que os pré-socráticos buscavam o princípio de todas as coisas, mas que, por pensarem de modo autônomo, divergiam entre si a respeito do que seria tal princípio. Os mais antigos filósofos viveram na Jônia e, posteriormente, na Magna Grécia. Costuma-se classificá-los como monistas ou pluralistas, conforme o número de elementos constitutivos das coisas definido por eles.